A Diabetes
Mellitus 2 é classificada como não insulinodependente. Ao contrário da diabetes
tipo 1, ela pode ser adquirida a partir de má alimentação, sedentarismo e
outros fatores como idade e obesidade. Os sintomas e diagnósticos são os mesmos
que os de diabetes tipo 1. Os sintomas apresentados são pouco aparentes, o que
faz com que a doença se torne mais séria, podendo tomar complicações intensas
no cérebro e no coração.
As
complicações podem ser agudas (coma hipoglicêmico ou hiperglicêmico) ou
crônicas (retinopatia, pé diabético, doenças cardiovasculares, entre outras). Ou
seja, é sempre bom ir ao médico em um período semestral, para que não haja a
descoberta de alguma doença em um grau complicado.
A obesidade é
um fator de risco para diabetes e podemos observar que quase todas as pessoas
com excesso de peso são portadores de diabetes tipo 2. O acúmulo de gordura na
região abdominal provoca uma deficiência nos receptores de glicose na membrana
celular. Ou seja, ocorre uma resistência à insulina, aumentando a quantidade de
glicose circulante na corrente sanguínea, resultando na diabetes tipo 2. E a
insulina circulante em excesso favorece a inibição da lipólise e aumento dos
adipócitos, favorecendo ganho de peso, tornando-se um ciclo.
Uma forma de
tratamento de diabetes tipo 2 avaliada recentemente, é a cirurgia bariátrica, a
famosa cirurgia de redução de estômago. O paciente costuma sentir menos fome
que o normal, o hormônio grelina (hormônio da fome) cai depois que o paciente
come. Ou seja, o paciente consegue sentir fome e se sentir saciado. Como o
estômago fica mais lento, devido ao seu tamanho ser bem menor, o alimento é
direcionado para o intestino delgado, onde há produção do hormônio GLP-1, que
em condições normais, pode ter a função de estimular a produção de insulina
pelo pâncreas. O que é um bom resultado para o portador de diabetes, pois um
nível controlado de grelina, e assim consequentemente de leptina (hormônio da
saciedade), a insulina vai estar em níveis aceitáveis, sendo assim, a diabetes
pode desaparecer. Porém, o paciente necessita seguir corretamente as
orientações médicas para que não haja retorno da doença.
Escrito por "Jheniffer Rabêlo"
Referências Bibliográficas:
1. http://drauziovarella.com.br/diabetes/cirurgia-do-diabetes-tipo-2/
Acessado em 20/06/2014, às 12h.
2.http://www.reducaoestomago.com.br/cirurgia-bariatrica-e-diabetes-tipo-2/
Acessado em 20/06/2014, às 12h15.
4. http://www.diabetes.org.br/diabetes-tipo-2
Acessado em 20/06/2014 Acessado em 20/06/2014,às 10h12.
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