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Sintomas
A diabetes tipo 1 dá-se através da destruição das células β-pancreáticas pelas células imunológicas. As causas dessa doença podem ser
derivadas de herança genética em conjunto com fatores ambientais. Os sintomas
da diabetes mellitus tipo 1 (DMT1) se destacam de forma diferenciada da
diabetes tipo 2. Na DMT1, os sintomas aparecem de forma rápida, enquanto na
tipo 2, ocorre de maneira gradual. Podem se manifestar em crianças ou em
adultos após os 40 anos geralmente. Dentre os sintomas, são listados: poliúria, polifagia, polidipsia, fadiga, náusea,
fraqueza, perda de peso e mudanças de humor.
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Diagnóstico
O diagnóstico da DMT1 pode ser realizado a partir de exames: curva
glicêmica (teste oral de tolerância à glicose - TOTG), hemoglobina glicada -
não é muito usado, pois sua especificidade de diagnóstico não é considerada
ideal -, glicemia de jejum e exame de glicose "aleatório".
A glicemia de jejum é o teste mais usado para detecção de diabetes,
devido ao seu baixo custo e praticidade. Nesse teste há necessidade de jejum
por 8 horas, assim a glicemia avaliada será provida da glicose presente no
corpo, sem influência de nenhum alimento ingerido. Através de punção venosa, é
colhido a amostra sanguínea que irá ser dosada em uma maquinaria automatizada.
O resultado é rápido, podendo ser liberado de 30 minutos a 24 horas. Caso haja
uma glicemia avaliada em 100mg/dl a 125mg/dl, o teste deverá ser repetido outro
dia, pois esse resultado é de pré-diabetes.
Outro teste muito usado é a curva glicêmica (TOTG). Nele, o paciente
deverá estar em jejum por 8 horas para a primeira coleta sanguínea. Após essa
coleta, é pedido que o paciente ingira por via oral, 75g de glicose dissolvida
em água. Duas horas depois dessa ingestão, é feita uma nova coleta sanguínea.
Caso a glicemia esteja entre 140mg/dl e 199mg/dl, é confirmada pré-diabetes,
sendo necessário um novo teste em outro dia. Quanto aos métodos de análise, os
enzimáticos são os mais utilizados, devido sua especificidade, precisão e custo
benefício mais eficientes que os químicos. A enzima mais usada é a glicose
oxidase, mas a hexoquinase e a glicose desidrogenase também são utilizadas.
Referências Bibliográficas:
http://www.scielo.br/scielo.php?pid=S0004-27302002000100004&script=sci_arttext Acessado em 28/05/2014 às 18h40.
http://www.minhavida.com.br/saude/tudo-sobre/16493-glicemia-de-jejum-exame Acessado em 28/05/2014 às 18h21.
http://www.bd.com/brasil/diabetes/page.aspx?cat=19151&id=19254 Acessado em 29/05/2014 às 9h50.
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